25 anos após morte de Ayrton Senna, Adriane Galisteu surpreende fãs com revelações

"Gratidão por ter vivido tudo isso com um ser humano único”, declarou.

25 anos se passaram desde o dia trágico que levou a vida do tricampeão brasileiro de Fórmula 1, e um dos maiores ídolos, Ayrton Senna.

Para Adriane Galisteu, lembrar do piloto, é relembrar uma história de amor, aprendizado e de superação. Ayrton foi um dos grandes amores da atriz que tinha 19 anos quando namorou com Ayrton.

“Podem passar mais 25 anos, sempre vão me perguntar como ele era. E o que posso falar é que se achavam ele um cara sensacional, fora dos holofotes, era muito melhor. Tinha um coração enorme e tratava todo mundo de forma igual, se preocupava com os fãs”, disse a atriz.

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Sonhador, humilde, sensível, assim é a imagem que Senna passava a todos, e a apresentadora, fala com carinho das memórias guardadas do homem que ele era.

“Ayrton tinha um jeito simples e maneira fácil de levar a vida no dia a dia. Acho que ele não tinha nem ideia do tamanho dele naquela época. Ele sabia que era muito bom no que fazia. Mas o tamanho do amor e das pessoas, ele não fazia ideia. Um cara que faz falta para o Brasil e o mundo”.

Uma relação forte, divertida, de muitas experiências que se leva para a vida, assim Adriane, descreveu seu relacionamento com Senna e revelou o maior aprendizado que ela carrega.
“Eu tinha 19, e ele 31 anos. A gente se divertida muito e acho que levava jovialidade para a rotina dele, que era cheia de responsabilidades. O maior legado que carrego do nosso convívio é ter força para realizar os meus sonhos”.

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A vida é tão frágil e não sabemos o que nos espera, diante deste mistério, coisas que não podemos controlar, mudam os caminhos de uma história.

“Eu jamais imaginei que ele pudesse morrer fazendo o que mais amava e o que mais sabia fazer. Para mim e muitas pessoas, Ayrton morreria de velhice. Nossa obrigação é ser feliz, mesmo com os problemas e adversidades que aparecem no caminho. Em um piscar de olhos, tudo muda e não tem volta”.

Adriane, revela também, que apesar de Senna ter conhecido tantos lugares, ter tido a oportunidade de realizar tantas coisas, ele não teve a chance de realizar o maior sonho, de conhecer a Disney.

Adriane e Senna namoraram por um ano e meio, uma história de amor intensa, da qual ela guarda memórias e lembranças lindas, contadas no livro-diário ‘Caminho das Borboletas’.
A apresentadora também guarda alguns objetos que pertenciam ao ex-namorado e presentes que ganhou dele.

“Guardei o último CD que ouvimos juntos, um pijama que ele usou na noite anterior daquela fatídica viagem, uma escova de dente, uma camiseta, relógio e outras coisas que ele me deu. A única coisa que ninguém vai me tirar é nossa história”.

Para a empresária, não deixar a memória de Senna se apagar é uma missão de todos que tiveram o privilégio de conhecer e conviver com o automobilista.

“Acho incrível as novas gerações conhecerem e saberem quem ele foi. Falo muito dele para o meu filho. E meu marido, como todo brasileiro, era fã. Nossa relação é de respeito e não tem espaço para qualquer sentimento que não seja o orgulho e a admiração”, disse a mãe de Vittório de 8 anos, que garante ter vivido com um alguém único.

“Nunca ninguém quis apagar o meu passado, e a minha sensação é de gratidão por ter vivido tudo isso com um ser humano único”, concluiu a empresária, atriz e apresentadora que em sua assinatura homenageia o grande ídolo com uma estrela.

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Escrito por Carla Gomes

Colunista em diversos sites. Adoro escrever sobre qualquer assunto. Cursando publicidade e marketing. Apaixonada e ecommerce e marketing digital. Contato: [email protected]