Bruna Marquezine burlou regra da assessoria da Liga no Carnaval do Rio de Janeiro, diz jornal

A global aproveitou o Carnaval e desfilou com a escola campeã do Rio de Janeiro

Bruna Marquezine curtiu o Carnaval de todas as maneiras possíveis. Após o climão depois que Neymar Jr. e Anitta trocaram beijos em um camarote, a morena retomou pleníssima para assistir ao Desfile das Campeãs, no último fim de semana (9).

Com um look extravagante super transparente e sem sutiã, a global desceu para a pista da Sapucaí acompanhar a escola Estação Primeira de Mangueira bem de pertinho.

Lá, ela foi escoltada por dois seguranças ao lado de Sabrina Sato, musa da Vila Isabel, escola que conquistou o terceiro lugar no Carnaval 2019.

Entretanto, de acordo com o jornal Extra, Bruna portava uma credencial de pista livre que pertence a um homem, membro da Vila Isabel, o que é proibido pela Liesa. Procurada pela publicação, a assessoria da Liga não respondeu como Bruna conseguiu passar pelos seguranças e funcionários sem ser barrada.

   Confira as linhas de investigações da execução de Marielle e Anderson

A vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram mortos, a caminho de casa, após deixar um evento na Casa das Pretas, na Rua dos Inválidos, na Lapa, no dia 14 de março de 2018. Uma assessora da parlamentar também estava no carro, contudo sobreviveu.

     Siciliano e Curicica

A primeira linha de investigação apresentada sobre o crime implica o miliciano Orlando de Curicica, que já estava preso na data do crime, e o vereador Marcello Siciliano (PHS). O jornal O Globo divulgou em maio de 2018 o teor do depoimento de um ex-policial que implicava o vereador.

O delator já teria trabalhado como segurança de Orlando. Ele falou à Polícia Civil que os dois seriam companheiros em atividade criminosa e que Marielle estaria atrapalhando seus negócios na região.

Os dois negam as acusações. O assessor do vereador Alexandre Pereira, o Alexandre Cabeça, morto em oito de abril, teria sido alvo de queima de arquivo, de acordo com este homem. Este ano, o vereador chegou a solicitar a federalização do caso.

     Escritório do Crime

Outra linha investiga o envolvimento do Escritório do Crime, grupo de pistoleiros milicianos, que atua no Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio. Em janeiro, o ex-Bope Adriano, foragido, foi alvo de mandado, além de Ronald Paulo Alves Pereira e o subtentente reformado Maurício Silva da Costa.

 

Escrito por Carla Gomes

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