Delegado diz que mãe de Ísis Helena é a pessoa mais fria que ele já conheceu, tem transtornos mentais e precisa de tratamento

O delegado de Mogi Guaçu, declarou em entrevista que Jennifer é extremamente fria e insensível.

O delegado José Antônio Carlos de Souza, da Seccional da Polícia Civil de Mogi Guaçu São Paulo, disse que ao longo das apurações Jennifer apresentou várias contradições em seus depoimentos, a versão de Jennifer é que a menina havia desaparecido enquanto saiu com a   mãe para sacar dinheiro em uma lotérica, ao voltar encontrou o portão aberto e a criança já não estava na casa, Jennifer teve a prisão temporária decretada, depois de 2 meses confessou o crime contra a filha.

Para o delegado, Jennifer Natália de 21 anos, mentiu ao relatar que encontrou a filha na cama, fria, com leite e espuma no canto da boca, mentiu também sobre o caminho que passou no dia que a criança foi jogada no rio.

De acordo com o delegado José Antônio Carlos, ela tinha o dever de cuidar da criança, pois tinha problema de saúde, e Isis Helena, nasceu prematura com microcefalia e fazia o uso de medicamentos controlados.

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O delegado de Mogi Guaçu, declarou em entrevista que Jennifer é extremamente fria e insensível, calculista e muda de comportamento em frações de segundos, de acordo com o delegado foi a pessoas mais frias que já conheceu, demonstra um transtorno mental e precisa de tratamento.

Jennifer, está presa na penitenciária feminina de Mogi Guaçu, o pai da pequena Isis, cobra o indiciamento por homicídio doloso.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo declarou que a mãe mudou a versão apresentada aos policiais e sustenta que Isis teve febre, por volta da meia-noite, ela deu o medicamento Ibuprofeno, deu a mamadeira para criança e por volta das 6:15 da manhã, encontrou a menina fria, falou que a menina teve convulsão e morreu por asfixia, então se desesperou, levou o corpo e jogou no rio.

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De acordo com alguns especialistas, há uma suspeita que a criança não estivesse morta quando Jennifer a jogou no rio, pois os relatos da mãe, ela viu a criança boiar, o que não é natural, pois um cadáver afunda e depois de muito tempo, ele boia, o delegado José Antônio Carlos de Souza, ficou espantado com a frieza de Jennifer.

 

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Escrito por Informe Cl

Colunista de notícias dedicada a escrever artigos de qualidade sobre saúde, TV, notícias de grande repercussão, notícias gospel e demais assuntos.